Na terça, Trump adiou as sobretaxas sobre alguns itens, mas novas tarifas ainda serão aplicadas a produtos de tecnologia chineses a partir de meados de dezembro.

A China anunciou que precisará adotar as contramedidas necessárias em relação às últimas tarifas dos Estados Unidos sobre US$ 300 bilhões em produtos chineses, segundo informou nesta quinta-feira (15) o Ministério das Finanças.

O ministério também afirmou que as tarifas dos EUA violam o consenso alcançado pelos líderes dos dois países e se desviam do caminho de negociação para resolver as disputas.

Os EUA afirmaram neste mês que adotariam taxas sobre US$ 300 bilhões em produtos chineses a partir de 1 de setembro, o que cobriria efetivamente todas as exportações da China aos EUA.

Na terça feira, o presidente Donald Trump voltou atrás de parte do plano na terça-feira, adiando as taxas sobre alguns dos itens na lista como telefones celulares e laptops, na esperança de reduzir o impacto sobre as vendas de Natal. Mas as tarifas ainda serão aplicadas a esses produtos a partir de meados de dezembro.

Nesta quinta, Trump disse que qualquer acordo comercial precisa ser segundo os termos dos EUA. “A China, francamente, adoraria fazer um acordo, e precisa ser um acordo em termos adequados. Precisa ser um acordo, francamente, nos nossos termos. Se não, qual o propósito?”, disse Trump em entrevista à rádio WGIR, de New Hampshire.

Os EUA e a China estão envolvidos em uma guerra comercial marcada por tarifas recíprocas desde o ano passado. As tensões prejudicaram cadeias globais de abastecimento e abalaram mercados financeiros.

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